Category: Business

  • Síguela aquí EN VIVO – El Financiero

    Síguela aquí EN VIVO – El Financiero



    La presidenta Claudia Sheinbaum encabeza la mañanera de este jueves 23 de abril desde el Palacio Nacional.

    En esta conferencia podría brindar más detalles sobre si funcionarios del gobierno federal dejarán su cargo para buscar otras aspiraciones políticas, luego de que Luisa María Alcalde aceptara ser consejera jurídica de la presidencia, en el lugar de Esthela Damián, quien aspira a trabajar en Guerrero.

    Sigue la cobertura minuto a minuto de la mañanera de Sheinbaum a través de El Financiero.

    ¿Qué sucedió en la mañanera de Claudia Sheinbaum el 22 de abril?

    En la mañanera del 22 de abril, la presidenta Claudia Sheinbaum se refirió a la invitación que hizo a Luisa María Alcalde para que formara parte de su gabinete, tras la salida de Esthela Damián.

    Ante supuestos rumores que circularon la semana pasada, la lideresa de Morena había rechazado que fuera a dejar la dirigencia del partido guinda en medio de los preparativos para las elecciones del 2027.

    En tanto, Mario Delgado, secretario de Educación Pública (SEP), comentó que evalúan la posibilidad de que las clases se realicen a distancia durante los partidos del Mundial 2026 que se realizará en junio.

    Además, la mandataria comentó que analizan la propuesta de los morenistas en Cámara de Diputados para aplazar la elección judicial para el 2028 y la implementación de nuevos filtros para la selección de candidatos.



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  • Astor atrai Monashees para substituir o assessor financeiro (nos EUA)

    Astor atrai Monashees para substituir o assessor financeiro (nos EUA)


    A Astor, uma startup fundada por dois brasileiros nos Estados Unidos, acaba de fechar uma rodada liderada pela Monashees para criar uma ferramenta que usa inteligência artificial para tentar substituir os assessores financeiros.

    A captação de US$ 5 milhões (R$ 26 milhões ao câmbio de hoje) também teve a participação do Y Combinator, Goodwater Capital e de investidores-anjo, incluindo executivos da Stripe e OpenAI.

    A Astor foi fundada por Bruno Koba e Daniel Tulha. Koba começou a carreira no Nubank, passando dois anos na área de data science. Saiu para trabalhar como analista da Monashees, onde ficou até 2023, cobrindo principalmente fintechs.

    04 22 Bruno Koba ok

    “Nessa época comecei a pensar em empreender e decidi me mudar para os Estados Unidos para aprender como as melhores startups nascem e crescem,” ele disse ao Brazil Journal.

    Fazendo seu MBA em Stanford, ficou dois anos procurando co-founders e teses para se aprofundar. Foi lá que conheceu Tulha, que havia trabalhado anos na Stripe e também queria empreender.

    Segundo Koba, a decisão de entrar no mercado de investimentos teve a ver com o fato dos dois adorarem investir e cuidarem do próprio dinheiro. 

    Além disso, “com a forma como os modelos de AI estavam avançando, vimos que as pessoas iam usar cada vez mais eles para tomar decisões financeiras. Então por que não criar um produto focado nisso? Que tenha o contexto de sua vida financeira e investimentos e te ajude a tomar decisões,” disse ele.

    Com seu aplicativo lançado há apenas dois meses na App Store, a Astor já tem US$ 200 milhões em investimentos conectados. A receita vem de uma assinatura mensal que vai de US$ 15 a US$ 45. (A empresa não abre o número de assinantes.)

    Para operar nos EUA, a startup obteve recentemente uma licença de ‘digital investment advisor’ que lhe permite dar aconselhamento financeiro a clientes americanos. O plano de longo prazo é expandir globalmente, o que inclui o Brasil e demandará licenças locais.

    Ao baixar o aplicativo, a primeira coisa que o usuário faz é conectar todas as suas contas de corretoras e bancos. Depois disso, ele preenche um formulário para a Astor avaliar seu perfil de risco e, na sequência, agenda uma call de onboarding com a AI da plataforma. 

    Depois dessa call, que é feita por ligação de voz simulando uma conversa real com um assessor, a plataforma passa a dar dicas e conselhos financeiros.

    O próximo passo, segundo Koba, é criar uma ferramenta que execute as ordens dos clientes e, futuramente, criar uma solução que faça a gestão de parte da carteira dos clientes de forma automatizada. 

    A Astor vai usar boa parte dos recursos da rodada para investir em expansão, buscando crescer num mercado que ainda está longe de ter um vencedor claro. Outras startups com a tese da Astor também estão bem no começo do desenvolvimento do produto.

    “A Origin já tem alguns anos no mercado, mas eles eram focados em finanças pessoais e o produto de AI adviser eles só lançaram ano passado,” disse Koba. Já a Portfolio Pilot “fazia análise de portfólio usando modelos matemáticos, e também só lançaram no ano passado a solução de assessor de AI.”

    Há ainda incumbentes como a Robinhood que estão se aventurando nesse mercado, “mas nenhum deles ainda pulou de cabeça na tese,” disse o fundador.

    Para o usuário final, um dos grandes benefícios da Astor é o custo. Enquanto um assessor financeiro cobra em torno de 1% do patrimônio por ano em comissão, a Astor cobra uma assinatura de US$ 120 por ano. 

    “Além disso, o usuário tem um assessor a qualquer hora do dia, 24/7, para fazer perguntas e esclarecer qualquer dúvida. Em termos de resultado ainda não dá para dizer, porque lançamos há apenas dois meses, mas nossa tese é que tendo um assessor disponível o tempo todo isso vai se refletir numa rentabilidade maior,” disse o fundador. 

    Inicialmente, a Astor não está mirando o mesmo perfil de cliente dos assessores financeiros, que normalmente miram portfólios com mais de US$ 500 mil. 

    A startup está buscando os HENRYs –‘high earners, not rich yet’ – jovens que ganham um bom salário mas ainda não conseguiram construir patrimônio. Esse público normalmente tem acesso apenas a um assessor gratuito das corretoras e dos bancos, que normalmente não oferecem a melhor experiência, segundo Koba.

    “Queremos ser o primeiro assessor que essa pessoa vai ter. Esse é o mercado que estamos atacando agora. No futuro, podemos lançar uma solução para atender os clientes que já são atendidos pelos assessores, mas seria um novo produto, provavelmente com a oferta de um atendimento humano turbinado com AI,” disse ele.




    Pedro Arbex








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  • Afore XXI Banorte es líder en educación financiera: CONSAR – El Financiero

    Afore XXI Banorte es líder en educación financiera: CONSAR – El Financiero



    La Comisión Nacional del Sistema de Ahorro para el Retiro (CONSAR) otorgó a Afore XXI Banorte una calificación perfecta en el Censo de Educación Financiera y Previsional (CEFP) 2025, al cumplir con la totalidad de los indicadores evaluados en materia de difusión, generación de contenidos y alcance de información para los trabajadores.

    El CEFP, que desde 2016 mide las acciones de las Afores para fortalecer las capacidades financieras de la población, evaluó en esta edición 31 temas relacionados con bienestar financiero, funcionamiento del sistema de pensiones y trámites asociados a las cuentas de ahorro para el retiro.

    De acuerdo con la CONSAR, durante 2025 la Administradora creció en un 63%, posicionándose como líder del sector, con 647 acciones validadas, reflejando el mayor esfuerzo institucional para acercar información clara y útil para las y los mexicanos en materia de educación financiera.

    En este contexto, Afore XXI Banorte destacó al 100% por cubrir la totalidad de los indicadores evaluados, mediante contenidos y programas enfocados en finanzas personales, importancia del Ahorro Voluntario, correcta realización de trámites y actualización de datos de los trabajadores. Entre los temas prioritarios también se incorporaron acciones para prevenir fraudes en trámites de retiro, con el objetivo de fortalecer la protección del patrimonio de los trabajadores frente a riesgos operativos y posibles abusos.

    Al respecto, Julio César Cervantes Parra, Presidente de la CONSAR, señaló: “Los resultados del Censo de Educación Financiera y Previsional 2025 muestran avances importantes en la manera en que las Afores están acercando información clara y útil a las y los mexicanos. En el caso de XXI Banorte, alcanzar el 100% en la evaluación refleja un esfuerzo positivo y consistente por fortalecer la cultura del ahorro para el retiro y por impulsar que más personas comprendan mejor cómo funciona su Cuenta Individual”.

    Por su parte, David Razú Aznar, Director General de Afore XXI Banorte, indicó que el resultado refleja la importancia de la educación financiera como una herramienta clave para fortalecer el sistema de pensiones. “Alcanzar el 100% en el Censo de Educación Financiera y Previsional confirma que la información financiera oportuna y accesible es un elemento central para mejorar las decisiones de ahorro de las personas. En XXI Banorte estamos convencidos de que una ciudadanía mejor informada puede planear con claridad su retiro, fortalecer su patrimonio y aprovechar las oportunidades que ofrece el Sistema de Ahorro para el Retiro”, afirmó.


    Es importante destacar que la Administradora ha impulsado herramientas digitales como calculadoras, contenidos educativos y materiales informativos, los cuales permiten a los usuarios comprender mejor su situación financiera y proyectar su ahorro a largo plazo.

    Con este reconocimiento, XXI Banorte refuerza su papel como uno de los actores relevantes en la promoción de la educación financiera en México, con el objetivo de que más trabajadores tomen decisiones informadas y fortalezcan su ahorro para tener un retiro digno.



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  • Reventar el T-MEC ¿es un escenario para la 4T? – El Financiero

    Reventar el T-MEC ¿es un escenario para la 4T? – El Financiero



    La escena es, en apariencia, contradictoria: la presidenta Claudia Sheinbaum participa en un foro internacional en Barcelona, rodeada de líderes y corrientes que reivindican una izquierda global crítica del orden económico liberal, encabezado por Donald Trump. Para unos días después recibir en Palacio Nacional a Jamieson Greer, representante comercial de EEUU, en un acto fuera de lo normal para un mandatario dada la jerarquía dispar entre ambos. Pero en política, lo simbólico rara vez es inocente.

    A primera vista, la participación de México en el foro de Barcelona podría leerse como una reafirmación ideológica, aunque nuevamente, contradictoria, ya que rompe con la hostilidad del Obradorismo frente a España. Esto nos lleva a pensar que este cambio en la postura oficial responde a una necesidad más estratégica, no se trata solo de un posicionamiento discursivo frente a una visión política opuesta, sino de un movimiento dentro de una negociación mucho más compleja: la del T-MEC, cuya revisión y continuidad estarán marcadas por tensiones políticas, económicas y electorales en ambos lados de la frontera.

    En este contexto, el mensaje es doble. Por un lado, México muestra que tiene margen de maniobra internacional, que no está atado exclusivamente a la lógica de integración con Estados Unidos. Es, en términos clásicos de negociación, una señal de diversificación: “no dependemos solo de ti”. Pero por otro lado, también abre una interrogante incómoda: ¿hasta qué punto esta narrativa de autonomía es una herramienta de presión o el antecedente de una reconfiguración más profunda?

    Hay un escenario que pocos dicen en voz alta, pero que empieza a tomar forma en ciertos círculos: la posibilidad de que a México no le resulte del todo inconveniente un rompimiento o debilitamiento severo del T-MEC, especialmente si este ocurre de manera unilateral por parte de Estados Unidos.

    Suena contraintuitivo. Durante décadas, la integración comercial ha sido uno de los pilares del crecimiento económico mexicano. Sin embargo, desde la lógica política interna, el cálculo puede ser distinto. Un debilitamiento del tratado implicaría, casi de inmediato, disrupciones económicas: menor inversión, incertidumbre en las cadenas de suministro, presión sobre el empleo y, en consecuencia, un deterioro en las condiciones de vida de amplios sectores de la población.

    Y es ahí donde la ecuación se vuelve incómoda. Porque en un país donde la política social ha sido el principal mecanismo de legitimidad, un contexto de mayor vulnerabilidad económica puede traducirse en una mayor dependencia del Estado. Más clientelismo, más programas, más control.

    La historia latinoamericana ofrece múltiples ejemplos donde el deterioro económico no necesariamente debilita a los gobiernos, sino que, en ciertos modelos, los fortalece políticamente. La pobreza, lejos de ser solo una tragedia social, se convierte en un terreno fértil para consolidar estructuras de poder que operan a través de la asistencia y la lealtad electoral. MORENA claramente se ha beneficiado de los pobres en México, el propio López Obrador lo mencionó en su mañanera del 4 de enero de 2023: “ayudando a los pobres va uno a la segura, porque ya saben que cuando se necesite defender, en este caso la transformación, se cuenta con el apoyo de ellos. No así con sectores de clase media, ni con los de arriba, ni con los medios, ni con la intelectualidad, entonces no es un asunto personal, es un asunto de estrategia política”.

    En ese sentido, la eventual salida o debilitamiento del T-MEC no solo tendría implicaciones comerciales, sino también políticas. Reduciría la influencia directa de Estados Unidos en la agenda interna mexicana, en temas regulatorios, energéticos o laborales, y abriría espacio para un rediseño institucional más alineado con la visión del régimen actual.

    Esto no significa que exista un interés explícito en romper el tratado. Pero sí sugiere que, ante un escenario adverso, el costo político interno podría no ser tan alto como se pensaría. De hecho, podría incluso ser funcional a un proyecto de poder de largo plazo. Recordemos que la 4T ya controla al ejército, así que una caída en la economía y una probable imposibilidad de continuar con los programas sociales podría ser suplida por un control social basado en las armas, como sucedió en Cuba o en Venezuela.

    La visita a Barcelona, entonces, deja de ser un acto aislado y se inserta en una narrativa más amplia. Una narrativa donde México no solo negocia con Estados Unidos, sino que también redefine su posición frente al mundo y posiblemente, frente a sí mismo.

    El verdadero punto no es si se desafía a Trump, sino entender hasta dónde es capaz de llegar el régimen actual para mantenerse en el poder y de qué lado se pondrán en la lucha geopolítica que se está librando hoy.

    En otras latitudes digitales…

    Trascendió que la empresa eslovena CETIS está por expandir sus contratos como proveedor de los pasaportes mexicanos. Esto no tendría nada de raro si no fuera porque dicha empresa acumula antecedentes de corrupción, fallas operativas graves y escándalos en varios países, incluyendo desvíos financieros en Eslovenia y un caso crítico en Kosovo donde errores masivos en boletas electorales alteraron su proceso democrático. Así que gestionar un documento tan importante y con tantos datos personales en un país 100 veces más grande que Kosovo no suena buena idea.

    ¿De dónde sacan estos proveedores?



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  • Desarrollo industrial reconfigura escenarios – El Financiero

    Desarrollo industrial reconfigura escenarios – El Financiero



    El mercado inmobiliario industrial sigue en una evolución enmarcada por una inercia dividida entre el escenario por la crisis arancelaria que rodea al segmento manufactura, y el vibrante nicho logístico donde la última milla juega un papel relevante.

    Por años, los parques orientados a la manufactura han sido el principal motor del negocio, sin embargo, ver más allá de la crisis actual permite entender lo relevante que es México en la escena global.

    De acuerdo con el Índice de Desarrollo Industrial (IDI) realizado por FINSA, México antes de India y Vietnam, lidera entre 14 economías emergentes por su desarrollo en manufactura.

    Nuestro país alcanzaba en 2023 exportaciones por $463 mil millones de dólares, equivalentes a cerca del 20% del Producto Interno Bruto (PIB) nacional, señal del peso estratégico que desempeña en la economía.

    El índice destaca la fortaleza de la plataforma de manufactura y su profunda integración con el comercio internacional. Una visión que complementa la perspectiva del efecto que el T-MEC tendría con una nueva estructura arancelaria.

    Con 23 tratados de libre comercio, nuestro país goza de una plataforma manufacturera nacional relevante en la cadena productiva global.

    No obstante, existen desafíos en la competitividad industrial ante el peso que tendrán la calidad de la infraestructura, la eficiencia logística, la conectividad digital y el movimiento de carga.

    Por ello, una mayor inversión en infraestructura y competitividad harían factible que México capitalice su posición geoestratégica en el comercio internacional.

    Lo anterior porque ante economías emergentes como Sudáfrica, Malasia y Tailandia, que destacan por su infraestructura logística en el índice de desempeño logístico del Banco Mundial, México aún enfrenta retos importantes en infraestructura y su eficiencia.

    El IDI destaca el avance alcanzado en la sostenibilidad, pese a la falta de inversión y consumo de energías renovables.

    Otro habilitador destacado en el índice es el relacionado con el talento e innovación, que incluyen gasto en investigación y desarrollo, producción manufacturera de media y alta tecnología, publicaciones científicas y capital tecnológico.

    Ante el escenario descrito cobra relevancia lo que ocurre en el extremo logístico, en específico en la Zona Metropolitana del Valle de México (ZMVM) sumergida en un dinamismo creciente. Aquí, cada vez está más presente un nuevo ecosistema en que la Ciudad de México (CDMX) concentra con precios récord la demanda de espacios logísticos de última milla y el área metropolitana complementa la oferta con grandes centros o big boxes.

    Basta recordar que el e-commerce generó 90% de la demanda de espacios logísticos de última milla y centros logísticos en CDMX con precios récord que han alcanzado los 14 dólares por m2 de renta mensual en espacios clase A.

    Sin embargo, no puede dejarse de lado que en el área metropolitana el corredor Cuautitlán, Tultitlán y Tepotzotlán (CTT), que en los últimos años concentró la mayor oferta de espacio, encontró en el Zumpango-AIFA (Aeropuerto Internacional Felipe Ángeles) un nuevo competidor que concentró en el primer trimestre del año 58% de la actividad.

    Y no sólo eso. De acuerdo con el reporte del primer trimestre de CBRE México, 53% de los 334 mil 242 m2 que serán integrados al mercado en los próximos 6 meses, están pre – arrendados.

    Esto es señal de la gran demanda existente en la región, la misma que duplicó la absorción bruta de espacio en el último año al alcanzar 619 mil 769 m² .

    Es importante considerar que pese a la nueva oferta incorporada, la demanda ajustara la tasa de vacancia hasta 4.1%.

    Son indicadores que desde 2024 han identificado desarrolladores como Vesta, O´Donnell y Proximity Parks, entre otros, que con proyectos en la zona han captado a grandes usuarios en la región.



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  • El túnel del FMI – El Financiero

    El túnel del FMI – El Financiero



    Las dos torres del Fondo Monetario Internacional están conectadas por un túnel en el sótano. Para la mayoría de los visitantes que asisten a las reuniones de primavera en Washington, ese detalle es completamente irrelevante. Para mí, entre 2016 y 2018, era una fuente constante de atención.

    En aquellos años trabajaba en la Secretaría de Hacienda, y una parte importante de mi trabajo era organizar las agendas y los traslados de mis jefes durante estas reuniones. Las sesiones podían estar en cualquiera de las dos torres, y el tiempo entre una y otra no siempre era generoso. Equivocarse de edificio (o no calcular bien el tiempo de cruce) era el tipo de error que se notaba, que incomodaba, y que en un ambiente de alta exigencia podía tener consecuencias. Hubo noches preparando carpetas hasta el amanecer. Hubo documentos que cambiaban hasta el último minuto. Y hubo al menos una ocasión en que cumplir con las expectativas no fue suficiente.

    El túnel, en ese contexto, no era un detalle menor. Era un problema de logística que había que resolver antes de que se convirtiera en uno mayor. La semana pasada asistí a Washington para las reuniones de primavera, esta vez representando a Finamex. Y en algún momento entre reunión y reunión, casi sin pensarlo, bajé al sótano y caminé el túnel. No porque tuviera prisa. Sino para medir, con calma y algo de curiosidad, cuánto tiempo tomaba cruzarlo. Son poco más de dos minutos.

    Dos minutos que hace algunos años sentía como una variable crítica en una ecuación de precisión, y que ahora recorrí con las manos en los bolsillos, pensando en las conversaciones que acababa de tener. Porque esta vez llegué a Washington del otro lado. No a preparar carpetas, sino a participar en las conversaciones. Y los ejes de lo que escuché ahí merecen contarse.

    El telón de fondo era todo menos ordinario. El conflicto en Irán continúa reconfigurando los mercados globales desde antes que arrancaran las reuniones, y esa tensión geopolítica tiñó prácticamente cada conversación. Para América Latina, sin embargo, el diagnóstico fue más constructivo de lo que cabría esperar: los balances externos de la región se benefician por los precios del petróleo y se encuentra relativamente aislada de las disrupciones en el suministro de gas natural.

    México, en particular, salió bien parado en las comparaciones regionales. Varios participantes (exfuncionarios, analistas de organismos multilaterales, gestores de fondos con posiciones activas en el país) destacaron que México mantiene uno de los pocos superávits primarios de la región, que sus equipos técnicos conservan credibilidad visible, y que el mecanismo del IEPS sigue funcionando como amortiguador frente a choques de precios. Como dijo alguien con autoridad para saberlo: en otros países de América Latina ya se ha perdido el grado de inversión y las líneas de crédito con organismos internacionales. En México, eso no ha ocurrido y hay razones para ello.

    Pero la conversación no fue solo de elogios. El crecimiento sigue siendo el reto central y el diagnóstico fue severo. Se percibe a la seguridad pública como principal obstáculo a la inversión privada, y sin ésta no hay recuperación sostenida. Lo que hace especialmente incómodo ese diagnóstico es la implicación que tiene para la política económica: ni la política fiscal ni la monetaria pueden resolverlo. En ese contexto, la apuesta del gobierno por sostener inversión pública como motor de crecimiento adquiere una lógica entendible, pero también una exigencia muy concreta: que esa inversión sea eficiente, bien ejecutada y capaz de atraer capital privado.

    El T-MEC también ocupó espacio. La revisión de julio se acerca, y el escenario base es lo que uno de los participantes llamó una “extensión dolorosa”: negociaciones prolongadas, concesiones en reglas de origen y energía, y una relación bilateral que avanza no por convicción sino por necesidad mutua. Las implicaciones para México no son menores. Una negociación prolongada es, en sí misma, un factor de incertidumbre que posterga decisiones de inversión, precisamente el recurso que el país más necesita para crecer. Y en el frente fiscal, el T-MEC importa por una razón adicional: buena parte de las proyecciones de ingresos del gobierno descansan en supuestos de crecimiento que a su vez dependen de que el comercio con Estados Unidos no se interrumpa ni se encarezca.

    Volví de Washington con varias páginas de notas y una sensación que tardé un poco en identificar. No era euforia ni tampoco preocupación. Era algo más parecido a la claridad que da escuchar a personas que reflexionan y hablan con franqueza sobre problemas difíciles. Y también, lo confieso, con una pequeña satisfacción personal: la de haber cruzado el mismo túnel de siempre, pero esta vez sin prisa. Solo para comprobar que aunque son dos minutos, la logística que rodea el evento y los elevadores validaban las preocupaciones que ocupaban mi atención hace algunos años.



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  • ‘Hay muchas incertidumbres’ – El Financiero

    ‘Hay muchas incertidumbres’ – El Financiero



    El secretario de Economía, Marcelo Ebrard, reconoció que persisten diferencias entre México y Estados Unidos en el enfoque del nuevo entorno comercial, particularmente frente a la postura del representante comercial estadounidense, Jamieson Greer, quien ha planteado la permanencia de aranceles y un alejamiento del modelo tradicional de libre comercio.

    Al término del lanzamiento del programa ‘Embajadores de la Innovación’, el funcionario dijo a los medios que, aunque ya se han expuesto las posiciones de ambas partes en la actual ronda de negociaciones, los consensos aún son parciales y el proceso será complejo.

    “No quiere decir que estemos de acuerdo en todo, tampoco va a ser fácil, va a ser difícil, va a ser complejo, hay muchas incertidumbres”, afirmó.

    Ebrard destacó que mientras México busca preservar un esquema de comercio abierto con el menor número de barreras posible, Estados Unidos quiere un cambio estructural hacia un sistema con mayor uso de aranceles y reglas de origen más estrictas. “El mundo comercial que teníamos, basado en el libre comercio, ya es muy difícil que regrese”, explicó al referirse a la postura expresada por Greer en sus encuentros en México.

    En este contexto, el secretario admitió que la eliminación total de aranceles en sectores estratégicos como el automotriz, el acero y el aluminio luce improbable. Sin embargo, subrayó que el objetivo inmediato de la negociación es mitigar su impacto. “Sabemos que es muy difícil pensar en que van a desaparecer los aranceles. Lo que estamos buscando es cómo reducirlos”, puntualizó.

    A pesar del endurecimiento de la política comercial estadounidense, Ebrard destacó avances parciales en la industria automotriz, donde dijo que la carga arancelaria efectiva ya se ubica por debajo del 25 por ciento en la mayoría de los casos.


    En cuanto al balance general de la segunda ronda de conversaciones bilaterales, el titular de Economía describió un proceso en el que ambas naciones han puesto sobre la mesa sus prioridades estratégicas. México, dijo, apuesta por consolidar una región altamente integrada, mientras que Estados Unidos busca reducir su dependencia de Asia mediante el fortalecimiento de cadenas de suministro regionales.

    “Nosotros nos vemos como una región muy integrada, Estados Unidos quiere reducir su dependencia de Asia; México puede ser el gran aliado de Estados Unidos para producir todo eso”, sostuvo.

    “México planteó su posición, el mundo ideal… y ahora tenemos lo que es la posición de Estados Unidos y qué les preocupa”, explicó.

    En paralelo, el secretario informó que aún no concluye esta fase de negociaciones, por lo que se espera que en las próximas semanas se definan rutas más concretas de entendimiento.

    Aumenta vulnerabilidad

    Jorge Molina Larrondo, consultor de comercio exterior, consideró que el país enfrenta una posición vulnerable en la negociación actual.

    “México está en una posición vulnerable al haberse aislado de otros países y colocándose en una situación donde sólo busca acomodar los caprichos de Trump sin ofrecer ninguna resistencia”, y sostuvo que Estados Unidos ha sido consistente en su intención de mantener los aranceles como un instrumento de presión comercial y política, particularmente para reducir su déficit externo. No obstante, advirtió que esta estrategia parte de un diagnóstico incompleto.

    “Estados Unidos ha sido muy claro en su intención de mantener los aranceles como un mecanismo de presión y para reducir su déficit comercial, sin reconocer que dicho déficit se debe a las condiciones estructurales de la economía estadounidense. Los aranceles no van a llevar a producir lo que ese país no tiene y que entonces tiene que importar”, explicó.

    El consultor consideró que México cuenta con pocas cartas de negociación de alto impacto. “Parece que las dos grandes fichas que tuviera hoy en día México son sus minerales y la solución de ciertas barreras no arancelarias que le interesan a Trump”, advirtió.

    China, en la mesa

    Por su parte, Adrián González, presidente de Global Alliance Solutions, coincidió en que uno de los ejes críticos de la negociación será el papel de China en las cadenas de suministro que pasan por México, un tema prioritario para Washington.

    “Yo creo que el tema China y el flujo de insumos chinos a través de México es importante y una de las prioridades para EU”, y consideró que, si bien el objetivo de incrementar el valor agregado en la región es positivo, también implica desafíos técnicos y de ejecución que no pueden resolverse únicamente con voluntad política.

    “Todo lo que signifique incrementar el valor agregado en nuestra región es positivo, pero al mismo tiempo es un reto… cómo lo vamos a lograr y en qué ritmo podemos hacerlo”, explicó.



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  • ¿Quién es el virtual candidato de Morena para 2027? – El Financiero

    ¿Quién es el virtual candidato de Morena para 2027? – El Financiero



    Pablo Gutiérrez Lazarus, alcalde del municipio del Carmen, fue nombrado este miércoles como Coordinador Estatal para la Defensa de la Transformación en Campeche, posición que en los hechos lo coloca como la principal carta de Morena rumbo a la gubernatura.

    En una reunión privada, realizada en el Centro Internacional de Convenciones y Exposiciones Campeche XXI, se llevó a cabo este nombramiento; posteriormente, en rueda de prensa, la secretaria de Gobierno, Liz Hernández, dio a conocer este nombramiento.

    En la rueda de prensa estuvo presente la gobernadora Layda Sansores San Román, quien confirmó el nombramiento de Pablo Gutiérrez Lazarus como Coordinador Estatal de la Defensa de la Transformación en Campeche.

    La secretaria de Gobierno, Liz Hernández, era la rival principal y competidora para alcanzar la candidatura al gobierno del estado en las elecciones a celebrar el próximo año.

    De ahí la importancia que sea ella quien dé a conocer el nombramiento, pues de esta manera se presume que se mantendrá la unidad de Morena en Campeche para el próximo proceso electoral.

    Layda Sansores calificó el momento como histórico y lanzó un llamado para pedir la unidad y todo el respaldo para el aun alcalde del municipio del Carmen, Pablo Gutiérrez Lazarus.


    La gobernadora de Campeche pidió todo el respaldo para Pablo Gutiérrez Lazarus y así evitar divisiones en Morena que debiliten su estructura.

    Layda Sansores dijo que a dos meses de que inicien formalmente los movimientos políticos, aún no hay fecha para la reunión de funcionarios que van a contender rumbo a las elecciones de 2027.

    ¿Quién es Pablo Gutiérrez Lazarus?

    Pablo Gutiérrez Lazarus, es licenciado en Ciencias Políticas y Administración Pública por la Universidad Iberoamericana. Ha sido presidente municipal de Carmen en tres ocasiones.

    Del 2015-2018 por el Partido Acción Nacional. Del 2021-2027 por Morena.

    Nació el 29 de agosto de 1983, mantiene un total hermetismo sobre su vida privada, por lo que no existen datos verificables sobre cónyuge, pareja e hijos.

    En el municipio de Carmen es identificado como un alcalde de territorio con presencia constante en colonias y comunidades, lo que le ha permitido mantener niveles de aprobación.



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  • Hombre casi muere ahogado al intentar cruzar la frontera con EU – El Financiero

    Hombre casi muere ahogado al intentar cruzar la frontera con EU – El Financiero


    Un hombre que intentaba ingresar a Estados Unidos de manera ilegal por playas de Tijuana fue rescatado por un grupo de salvavidas de la ciudad, luego de que su vida corriera peligro por la fuerza del oleaje.

    El personal de la División de Rescate Acuático de la Dirección de Bomberos de Tijuana observó cómo el sujeto estaba teniendo dificultades para mantenerse a flote, haciendo uso del muro fronterizo que se extiende hasta el mar para mantenerse con vida, por lo cual accionaron las maniobras de rescate.

    Con ropa de civil, un pantalón de mezclilla, una camiseta y chamarra negra, así como una gorra del mismo color y sin otra pertenencia en mano, el hombre, de aproximadamente 40 años y estatura de un metro con 60 centímetros, se adentró en las olas de Playa de Tijuana sin prever que en el área del cerco fronterizo se forman remolinos.

    Estos últimos provocaron que la persona no pudiera cruzar hacia Estados Unidos, teniéndose que aferrar a los postes para no ceder ante la fuerza del mar que se suele presentar en esa parte de la playa.

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    Los salvavidas lograron rescatar al hombre de 40 años, quien se aferró al muro fronterizo. (Capturas de pantallla)

    El rescate también provocó la movilización de elementos de la Oficina de Aduanas y Protección Fronteriza de Estados Unidos (CBP, por sus siglas en inglés), para documentar la situación de un intento de cruce ilegal hacia su país.

    Políticas de Trump reducen la migración y aumentan tarifa de ‘polleros’

    De acuerdo con activistas y directores de albergues migrantes de la ciudad, los intentos de cruces ilegales a EU han descendido considerablemente desde la llegada de Donald Trump a la presidencia de Estados Unidos, esto a causa del endurecimiento de las políticas migratorias.

    Además, otro efecto es el encarecimiento de los costos por parte de los traficantes de migrantes, quienes cobraban en el pasado alrededor de 6 mil dólares por cada persona que cruce sin documentos, mientras que desde el arribo del presidente estadounidense ese precio comenzó a superar los 10 mil dólares.



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