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  • Ferrer inicia ayuno en Miami por los presos políticos en Cuba (VIDEO)

    Ferrer inicia ayuno en Miami por los presos políticos en Cuba (VIDEO)


    El líder de la Unión Patriótica de Cuba (UNPACU) José Daniel Ferrer, en el exilio desde hace cuatro meses, inició este jueves una huelga de hambre por 72 horas en apoyo a los presos políticos cubanos, en particular Roilán Álvarez Rensoler, recluido en un centro de detención de Holguín y en huelga de hambre desde hace 20 días.

    “En solidaridad con Roilán, con mi hermano Félix Navarro y Saily Navarro, y los presos políticos que sobreviven en condiciones terribles en las cárceles del régimen; en solidaridad con todas las víctimas de la represión ahora mismo en la prisión de Canaleta, en Ciego de Ávila”, dijo Ferrer a Martí Noticias.

    Bajo una carpa en el estacionamiento del Museo Americano de la Diáspora Cubana en Miami, Ferrer hará el ayuno.

    “Es lo mínimo que puedo hacer por los que sufren, los que arriesgan sus vidas en huelga de hambre y los que sobreviven en condiciones extremas en las prisiones en Cuba”, aseguró.

    Álvarez Rensoler, coordinador de la UNPACU en el municipio de Mella, Santiago de Cuba, cumplió este jueves 20 días de huelga de hambre en un centro de detención de Holguín, donde fue recluido en relación con varios carteles anti régimen aparecidos en varias localidades holguineras.

    Ferrer inició una huelga de hambre en el estacionamiento del Museo Americano de la Diáspora Cubana.
    Ferrer inició una huelga de hambre en el estacionamiento del Museo Americano de la Diáspora Cubana.

    En declaraciones exclusivas a Martí Noticias, Arianna Álvarez Rensoler, hermana del preso político, afirmó que, luego de varios pedidos, las autoridades carcelarias le dejaron ver en la Unidad de Operaciones Policiales de Holguín, conocida popularmente como Pedernales.

    “En esa visita pude ver a mi hermano en una condición pésima. Está muriendo porque yo he estado al frente de otras huelgas que ha hecho, una de 45 días y otra de 30 días, y cuando mi hermano se me entregó no tenía el deterioro que tiene ahora”, declaró cuando su hermano solo llevaba 14 días de huelga.

    Álvarez Rensoler, Dariel Calderín Rensoler, Jorge Luis Hernández Haber y Jordán Méndez Martínez fueron detenidos entre el 29 y 30 de enero pasado en el municipio de Mella, luego de que aparecieran varios carteles en contra de la dictadura.

    “La policía política los acusa de ser los autores de grafitis que aparecieron en las localidades de Birán, Marcané, Cueto y Alto Cedro, y también de haber manchado una valla con el rostro de Fidel Castro en su pueblo natal, Birán”, confirmó Ferrer a Martí Noticias.

    La huelga de hambre iniciada hoy es la primera que realiza desde que llegó al “destierro obligado” en los Estados Unidos en octubre de 2025, tras sufrir abusos y torturas en la prisión política en Cuba durante varios años. “Era la única opción que tenía para salvar a mi familia”, dijo en una entrevista.

    Días después de su arribo, el secretario de Estado, Marco Rubio, conversó con Ferrer, a quien “expresó su admiración por la valentía y resiliencia ante la opresión del régimen cubano, las amenazas contra su vida y el trato despiadado hacia él y su familia”.



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  • Havan fatura R$ 18 bi, cede margem mas ganha ‘share’

    Havan fatura R$ 18 bi, cede margem mas ganha ‘share’


    A Havan aumentou seu faturamento em 16,1% no ano passado, atingindo um top line de R$ 18,5 bilhões e ganhando market share no setor — mas a varejista de Brusque teve que ceder um pouco de margem para sustentar a forte expansão. 

    O crescimento de 2025 veio em cima de uma base comparativa já forte, já que em 2024 a Havan já havia crescido outros 22,1%. 

    O fundador da empresa, Luciano Hang, disse ao Brazil Journal que a maior parte do crescimento veio de volume, com as ‘vendas mesmas lojas’ crescendo 14%. A companhia abriu sete novos pontos no ano, sendo seis no último trimestre, e portanto com impacto imaterial sobre o faturamento.

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    A Havan hoje tem 184 lojas – todas com praça de alimentação e estacionamento gratuito – e acaba se posicionando como o shopping da cidade do interior, tornando-se um destino para as famílias.

    “O ano passado foi um ano difícil e decidimos reduzir as aberturas. Mas acreditamos, e conseguimos entregar um bom resultado com ganho de market share,” disse Hang.

    O crescimento da Havan ficou bem acima do mercado. Enquanto a Havan cresceu 16,1%, a Riachuelo, por exemplo, cresceu 9%. A Renner e a C&A ainda não publicaram seus balanços fechados do ano, mas cresceram 11,8% e 8,4%, respectivamente, nos nove primeiros meses de 2025. (O setor varejista como um todo cresceu menos de 3%.)

    No ano passado, o tráfego nas lojas da Havan atingiu  190 milhões de pessoas (incluindo clientes recorrentes), uma alta de 7% em relação a 2024. O tíquete médio subiu 8,3% para R$ 275. 

    O forte crescimento, no entanto, veio às custas de alguma rentabilidade. A margem bruta caiu de 40,9% em 2024 para 38,9% no ano passado. Já a margem EBITDA foi de 23,9% para 23%. 

    Hang disse que a queda teve a ver com a alta do dólar e dos custos de frete no início do ano passado, que impactou no custo das mercadorias vendidas. 

    “Nossa importação direta é 8% do total, mas quando sobe frete e dólar isso tem impacto no nosso preço,” disse ele. “Às vezes você precisa sacrificar um pouco de margem para não perder volume. O ano começou assim e foi crescendo, e optamos por não mexer nos preços para continuar crescendo.”

    Segundo o ‘Véio da Havan’, a dinâmica está sendo oposta neste início do ano graças à queda do dólar, e a Havan já está vendo recuperação nas margens. 

    A companhia reportou um EBITDA de R$ 3,1 bilhões no ano passado e um lucro líquido de R$ 3,4 bilhões, beneficiado por alguns fatores não-recorrentes. A Havan teve um ganho de cerca de R$ 450 milhões em vitórias judiciais contra a União, dos quais R$ 220 milhões relacionados a subvenções de IRPJ/CSLL e a redução de parcelamento, e o restante de ações relacionadas ao PIS/Cofins.

    Considerando este item extraordinário, o bottom line cresceu 28,1%, com a margem líquida ficando em 25,1%.

    Hang disse que o objetivo para 2026 é acelerar a abertura de lojas – a meta é inaugurar de 15 a 25 megalojas – e aumentar o faturamento em mais de 20%, ultrapassando os R$ 22 bilhões. 

    O foco das aberturas será no Norte e Nordeste, onde a presença da Havan é menor. Segundo Hang, a companhia vai abrir uma loja em Fortaleza, uma em Roraima e outra em Macapá, entrando nos últimos três estados onde ainda não está presente.

    “Já compramos todos os terrenos e a construção de Macapá já começou. Roraima e Fortaleza vão começar nos próximos meses,” disse ele.

    O plano da Havan é fazer um capex de R$ 1,5 bilhão este ano, em comparação aos R$ 800 milhões do ano passado. Cada nova loja demanda um investimento de cerca de R$ 100 milhões, já considerando o terreno.

    Todo o aporte para as novas lojas é feito por meio de fundos imobiliários e de dois FIDCs dos quais Hang é o único cotista (um antecipa recebíveis de cartões, o outro financia fornecedores).

    No ano passado, a Havan distribuiu R$ 2,3 bilhões em dividendos para o Véio, que é o único acionista da companhia. Segundo Hang, praticamente todo esse capital volta para a companhia na forma de aportes nos fundos imobiliários e nos FIDCs que sustentam o crescimento da empresa. 

    “Por isso eu falo que a Havan é uma empresa rica de um dono pobre. Tudo que eu ganho com a empresa eu coloco de volta no negócio,” disse ele. “A Havan sempre foi uma empresa de investimento máximo. Desde 2009 pensamos muito em crescer. Se a empresa dava lucro de R$ 1 bi, pegávamos dinheiro com o banco e investíamos R$ 1,5 bi.”

    Esse cenário mudou a partir de 2022, quando a inadimplência começou a aumentar e a varejista teve que fazer uma limpa em sua carteira de crédito, cancelando mais de 2 milhões de clientes. “Paramos para cuidar da inadimplência e pagamos todas as dívidas bancárias. 2024 e 2025 foram a colheita de todo o trabalho que fizemos nos últimos anos,” disse ele. 

    Agora, com a casa arrumada, Hang quer voltar a crescer. Quando bater 200 lojas, o empresário disse que vai aumentar a meta para 300, e que no longo prazo vê potencial para até 500 lojas no Brasil.




    Pedro Arbex








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  • Así es Pizza Express, negocio que el expríncipe Andrew citó en su defensa en el caso Epstein – El Financiero

    Así es Pizza Express, negocio que el expríncipe Andrew citó en su defensa en el caso Epstein – El Financiero


    La detención del expríncipe Andrew Mountbatten-Windsor por sus vínculos con Jeffrey Epstein, a causa de una presunta conducta indebida en el ejercicio de un cargo público, trajo de vuelta otras acusaciones que se han hecho en su contra en el caso del financiero.

    Una de las que más peso tuvo para el hermano del rey Carlos III fue la que hizo Virginia Giuffre, víctima de Jeffrey Epstein, quien afirma que el expríncipe Andrew abusó sexualmente de ella en tres ocasiones.

    Ante las acusaciones, Andrew Mountbatten-Windsor no solo negó los hechos, sino que también expuso una coartada: en una de las fechas que indica Virginia Giuffre, él presuntamente pasó la tarde en una pizzería con su hija Beatriz.

    Se trata de Pizza Express, un establecimiento que ofrece una amplia gama de preparaciones que van desde las tradicionales hasta opciones veganas y libres de gluten, y que además cuenta con actividades y descuentos para niños.

    ¿Cómo es Pizza Express, el restaurante que mencionó Andrew?

    El restaurante citado por Andrew en una entrevista que concedió al programa Newsnight de la BBC en 2019 es, en realidad, una cadena. Las pizzerías se encuentran en diferentes partes del Reino Unido.

    La sucursal que presuntamente visitó el hijo de la reina Isabel II se encuentra en Woking, a pocos pasos del teatro New Victoria, por lo cual el lugar suele ser frecuentado por las personas que acuden a las funciones.


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    LONDRES, 19/02/2026.- Fotografía de archivo tomada el 6 de mayo de 2023 que muestra al entonces duque de York, el príncipe Andrés, durante la ceremonia de coronación de su hermano el rey Carlos III en Londres. Andrew Mountbatten-Windsor, hermano del rey británico Carlos III, ha sido detenido este jueves bajo la sospecha de mala conducta en un cargo público, informó la Policía del Valle del Támesis, fuerza policial a la que pertenece Windsor, a las afueras de Londres. EFE/Andy Rain
    (ANDY RAIN/EFE)

    Pizza Express señala en su sitio web que el ambiente es 100 % familiar y, además de las pizzas, ofrece un menú infantil, coctelería de autor y postres, por lo que afirman ser ideales para cualquier gusto.

    El restaurante también cuenta con una amplia variedad de descuentos y actividades para niños, entre las cuales se encuentran visitas escolares y fiestas de preparación de pizza.

    La sucursal de Pizza Express que Andrew afirma haber visitado es amplia y mantiene un estilo minimalista, ya que su única decoración son luces cálidas, algunas plantas y pequeños cuadros en las paredes.

    ¿Por qué Andrew recuerda con precisión su visita a Pizza Express?

    Luego de las declaraciones de Virginia Giuffre, quien afirmó que los presuntos abusos de Andrés ocurrieron en al menos tres ocasiones cuando ella tenía 17 años, y ante los señalamientos por su relación con Jeffrey Epstein, el expríncipe habló públicamente al respecto.

    En una entrevista con Newsnight de la BBC negó conocer a la joven, en especial el relato que ella realizó sobre el supuesto encuentro que tuvieron el 10 de marzo de 2001, uno de los más detallados.

    Giuffre, quien se suicidó durante 2025, afirmó que luego de conocer a Andrew en una cena, él la invitó a tomar algo. Ambos supuestamente fueron a un club nocturno Tramp en Londres y, tras ello, fueron a una casa que pertenece a Ghislaine Maxwell, socia de Jeffrey Epstein.

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    ARCHIVO – El entonces príncipe Andrés de Inglaterra (izquierda) y el rey Carlos III, salen de la catedral de Westminster tras el funeral de la duquesa de Kent, en Londres, el 16 de septiembre de 2025. (AP Foto/Joanna Chan, archivo) (Joanna Chan/AP)

    “Ese día en particular, que ahora conocemos como la fecha, el 10 de marzo, estaba en casa con los niños y había llevado a Beatrice a un Pizza Express en Woking para una fiesta”, comentó en la entrevista.

    Andrew afirma que estaba a cargo de sus hijos debido a que su esposa estaba de viaje e indicó que tiene este recuerdo muy fresco, puesto que no era habitual que él acudiera a la pizzería.

    “Ir a Pizza Express en Woking es algo inusual para mí, muy inusual… Solo he estado en Woking un par de veces y lo recuerdo con una claridad extraña”, comentó.

    Además, dijo que el relato de Virginia Giuffre no podía ser real, pues en él ella afirma que el entonces príncipe sudaba copiosamente: “Tengo una condición médica peculiar: no sudo”.

    ¿Cuánto cuesta comer en Pizza Express, a donde fue el expríncipe Andrew?

    La pizzería que habría visitado Andrew ofrece diferentes preparaciones que abarcan desde las tradicionales hasta alternativas sin carne o gluten; además, los platillos principales se pueden acompañar con entradas.

    Entre los acompañamientos se encuentran ensaladas, alitas de pollo, bolas de masa horneadas con queso y macarrones con queso. Los precios van de 6.25 euros (126 pesos) a 21.95 euros (445 pesos).

    Las pizzas incluyen ingredientes clásicos como pepperoni, aceitunas y alcachofas, así como otros menos comunes, como pollo ahumado a la barbacoa. Estas cuestan de 6.25 euros (126 pesos) hasta 21.95 euros (445 pesos).

    Los postres son sencillos, pero ideales para una pizzería, ya que van desde helados y rebanadas de pastel hasta opciones más italianas, como tiramisú. En este caso, el costo alcanza hasta 21.95 euros (445 pesos).

    La pizzería que el expríncipe Andrew afirma haber visitado se encuentra en 65/67 Goldsworth Rd, Woking GU21 6LJ, Reino Unido. Cabe señalar que, luego de la polémica entrevista, el negocio tuvo que limitar sus comentarios, pues muchas personas realizaban publicaciones irónicas respecto al hermano del rey Carlos III.



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  • Brazilian and Chilean Women Bring Berlinale Stories That Won’t Sit Still

    Brazilian and Chilean Women Bring Berlinale Stories That Won’t Sit Still


    At the Berlinale, two Latin American filmmakers arrive with different tools and the same nerve. Brazil’s Grace Passô premieres her first feature about grief and family repair. Chile’s Maite Alberdi brings a documentary about motherhood pressure and punishment. Together they map what society asks of women.

    Two Films, One Festival, and the Same Old Weight

    In a film, a house can be just a house. A set of rooms, a door that sticks, a corner where dust gathers and no one wants to deal with it.

    In Grace Passô’s Nosso segredo, the house is not just background. It is a character. It holds a family’s grief, and it holds a secret, and it holds the slow work of cleaning up after something has collapsed. Passô premieres the film Saturday at the Berlinale, her first feature, and she calls it an intimate drama that insists on showing affection being built even in the hardest moments.

    The sensory truth of a house under strain is implied more than described. The labor of rebuilding leaves marks. The air changes when a room is cleared. The trouble is grief does not stay politely inside one person. It moves through walls. It settles into silence. It becomes a daily presence.

    Just down the festival program, Maite Alberdi arrives with Un hijo propio, a documentary that follows a different kind of interior pressure. The story begins with something that sounds impossible until you remember how far people will go to survive expectations. A young woman, driven by a deep desire to be a mother and the constant pressure of her surroundings, fakes a pregnancy for the full term. She convinces others. She changes her body. And then she crosses an irreversible line.

    Alberdi’s film revolves around a real case, Alejandra Marín, who was sentenced to more than thirteen years in prison for kidnapping a newborn from a public hospital. The movie is about her, but it is also about everyone around her. The social debt. The judgment. The way a community can tighten like a fist.

    Two works, one festival, and a shared question that does not go away: what happens when women are cornered by what others insist they should be.

    Passô and Alberdi do not present policy papers. They present lives. But the policy dispute is there anyway, embedded in the details. Who gets supported in grief? Who gets punished for longing? Who is allowed to fall apart and who is expected to hold the world together while smiling?

    Brazilian director, screenwriter, and actress Grace Passô. EFE/Paloma Rocha

    A House Built Slowly, Then Shaken by Loss

    Passô’s movie follows a Black Brazilian family from Belo Horizonte trying to rebuild after a recent loss. Each person develops private rituals of escape as pain thickens in the quiet. The youngest son senses what remains unsaid and intuits a secret kept inside the house itself, pulling the family toward what they have been avoiding.

    For much of the film, Passô says, viewers see the characters separately because each one, alone in their own world, seems able to operate their grief that way. Then something bigger happens, something impossible and surreal, and the family comes together for the first time on screen.

    That structure is also an argument. It says that suffering is individual until it is not. It says community is not sentimental. It is a mechanism of survival.

    Passô links that instinct to memory. “I am Brazilian, and in my memory, the moments of greatest union of my family, whether together cleaning the house, whether together building a wall or having a party, the moments when my family united the most were the moments when we had to solve some problem together,” she told EFE. She adds that coming from a Black family makes this deeply rooted for her.

    She remembers hard moments as those that became, unexpectedly, the most joyful. Not because pain is good, but because unity can be. “The difficult moments, in my childhood memory, were also the happiest moments, the moments when, finally, we united. And that for me is very important in the film,” she told EFE.

    There is something quietly political in that. In much of Latin America, home building is not a metaphor, it is life. Families construct houses over years, adding walls, fixing roofs, cleaning after storms, pushing through shortages. Passô points to that as something she loves about her family’s history, the long years spent building their home, a common reality across Brazil and the region, where a house can stand for a dream made solid.

    In the film, the house becomes that dream and its collapse. It is the thing that gets dirty and must be cleaned with effort. It is the thing that must be rebuilt, like the family’s future.

    The trouble is that when a house represents survival, any crack in it feels like a crack in everything.

    Passô comes from theater, and she describes her directing instincts as shaped by that world. Acting and directing are different, she says, but in author-driven projects, the implication feels similar. You carry it with your whole body. You do not get to pretend you are merely observing.

    Her film, a Brazil-Portugal co-production, screens in the Berlinale Perspectives section, competing for a best first feature prize. It is a debut that speaks in a familiar Latin American language: family as the last institution standing when the others fail.

    Chilean Maite Alberdi. EFE/Paloma Rocha

    Motherhood as Demand, Then as Sentence

    Alberdi’s film arrives from another angle, but it is still about institutions failing women, then blaming them for the fallout.

    She says what first caught her was the sheer strangeness of it: a woman faking pregnancy for the whole duration, convincing everyone, transforming her body. But the deeper pull was emotional. A universal theme beneath the spectacle. The pressure on women around motherhood.

    “What can lead a woman to simulate a pregnancy like that and to suffer like that and to be so alone? That for me was the big question of the film, and it still is,” she told EFE. She connects that question to what she calls a social debt and to how little freedom women have over the desire to mother and over the experience of motherhood itself.

    Un hijo propio spans fifteen years of the protagonist’s life, which Alberdi says was a challenge because the film needed to move backward to explain context while also living in the present of the last three years. She describes using tools associated with fiction alongside observation, interviews, and archival material. But she insists it is not a hybrid or fiction. It is a documentary that experiments with genre to tell the story in the only way it can be told.

    To represent the protagonist’s testimony and subjective perspective, Alberdi says, the best method was to use actors and staged scenes, even while remaining, for her, fully documentary.

    The everyday observation implied here is simple and brutal: many women recognize this pressure because they live it. Alberdi recalls that during casting, she heard painful stories from actresses about that pressure, even among very young women. What struck her was how personal it was for all of them, and how much of it came from pain.

    She met Alejandra thirteen years after the case became public, Alberdi says, and from a different place than the one where media representation had fixed her. She met Alejandra when Alejandra had already lived through the process, was close to completing her sentence, and had already served what Alberdi calls the social sentence as well. Only then could Alejandra look back with perspective.

    That is where Alberdi places another question, quieter but sharp: what responsibility does society have toward someone after they have already paid, after they have already been processed by the system and by public judgment?

    Alberdi says the protagonist loved the film, understood that some viewers would understand her and others would not. She had lived the judgment already; she had heard the same things echoed in the film. But Alberdi says she was content and calm that the movie contextualizes her story from the place Alejandra wanted it to be seen.

    Here, the policy dispute is not a law on the page, but a structure in the air. The way motherhood becomes an obligation. The way women are pushed toward an identity, then condemned when they break under it. The way punishment can extend beyond prison walls and into the permanent glare of social judgment.

    Passô’s film says family can rebuild a world after loss. Alberdi’s film asks what happens when the world refuses to rebuild anything for a woman and demands she do it alone.

    Different stories. Different genres. Same region, same undertow.

    And a shared insistence, in the middle of a European festival, that Latin American women are not here to decorate the program. They are here to name the pressure and show its cost.

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  • Leicester City: Championship club appeal against six-point deduction

    Leicester City: Championship club appeal against six-point deduction


    No one should be surprised that Leicester have appealed against their points deduction.

    At no point have the Foxes admitted any wrongdoing, even with the evidence of their financial losses.

    But this is a risky option as the appeal board can vary the penalty in any way. This includes increasing it, though that is believed to be unlikely.

    Leicester’s position fluctuated over the course of the original hearing.

    At one stage the club said a points deduction should be held back until they returned to the Premier League.

    Then they shifted and claimed the independent commission did not have power to impose any sporting sanction. Then they said a fine should be levied… which should be zero.

    Leicester are likely to again say that as a Championship club they cannot be punished for a Premier League rule break.

    The Premier League, meanwhile, feels there was a mistake in failing to deduct one point for the late filing of accounts.

    Leicester were found guilty on this count. But the independent commission chose not to apply any kind of penalty.

    The Premier League disagrees and argues there is a principle at stake. If rules are broken there should be consequences.

    If a club are allowed to file their accounts late and effectively get away without any sanction it offers no precedent or deterrent.

    The Premier League has appealed on the basis that a sanction should be applied, in effect that one-point deduction.

    The outcome of the two appeals could decide Leicester’s Championship status.



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  • Trump lidera reunión inaugural de la Junta de Paz para reconstruir Gaza

    Trump lidera reunión inaugural de la Junta de Paz para reconstruir Gaza



    El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, encabezó este jueves la reunión inaugural de la Junta de Paz, una nueva institución enfocada en la reconstrucción de la Franja de Gaza, aunque su alcance, según la Casa Blanca, podría extenderse a otros conflictos globales.

    Líderes internacionales, como el presidente de Argentina, Javier Milei, y los primeros ministros de Hungría y Pakistán, Viktor Orbán y Shehbaz Sharif, respectivamente, asistieron al encuentro, celebrado en el Instituto de la Paz de Washington D.C.

    “Esta reunión de hoy demuestra que, con un liderazgo decidido, nada es imposible. Cuando asumí el cargo, la guerra en Gaza ardía con miles de muertos y no se vislumbraba un fin. Hoy, gracias a una diplomacia incansable y al compromiso de muchas de las grandes figuras presentes en esta sala, la guerra en Gaza ha terminado”, dijo Trump al dar la bienvenida a los participantes.

    “Desde el alto el fuego logrado con tanto esfuerzo en octubre pasado, Estados Unidos y nuestros socios han facilitado la entrega de grandes cantidades de ayuda humanitaria. En noviembre, el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas aprobó por unanimidad el Consejo de Paz, y el mes pasado, en Davos, dimos la bienvenida a más de dos docenas de miembros a esta nueva y tan importante organización”, agregó el mandatario estadounidense.

    Trump anunció un fondo de más de 10 mil millones de dólares para la reconstrucción del devastado enclave palestino. “Cada dólar es una inversión en estabilidad. Todos queremos un Medio Oriente armonioso”, aseguró.

    “Los países aquí presentes aportan trillones de dólares de inversión que no habrían sido posibles sin el liderazgo y la defensa de la paz del presidente Trump”, afirmó por su parte, el vicepresidente estadounidense, JD Vance.

    La reunión también analiza la creación de una Fuerza Internacional de Estabilización, destinada a garantizar la seguridad en la región.

    Un actor clave sería Indonesia, el país con mayor población musulmana del mundo, que expresó su disposición a enviar hasta 8 mil soldados, si la misión se confirma.

    “Ofrecemos un modelo de cómo las naciones soberanas pueden cooperar para asumir la responsabilidad de afrontar los problemas en sus propias regiones. La Junta de Paz demuestra cómo se puede construir un futuro mejor, empezando aquí mismo, en esta sala”, enfatizó el presidente de EEUU.

    Funcionarios estadounidenses afirman que el objetivo inmediato es Gaza, aunque describen a la Junta de Paz como una herramienta potencial para abordar otros focos de tensión mundial.

    Trump se refirió también a las tensiones con el régimen iraní, un factor fundamental en la futura estabilidad de la región.

    “Ahora es el momento de que Irán se una a nosotros en un camino que complete lo que estamos haciendo. Si se unen, será fantástico. Si no se unen, también será fantástico, pero será un camino muy diferente. No pueden seguir amenazando la estabilidad de toda la región”, dijo Trump, quien insistió que en los próximos 10 días se definirá si hay un acuerdo nuclear entre Washington y Teherán.

    Por su parte, el secretario de Estado Marco Rubio expresó su esperanza de que la la Junta de Paz “pueda servir de modelo para otras situaciones complejas y difíciles, para que puedan resolverse de la misma manera”.



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  • A conta que não fecha no GPA

    A conta que não fecha no GPA


    Na contramão da valorização da Bolsa, a ação do Grupo Pão de Açúcar já desaba 25% este ano.

    O papel chegou a avançar 45% no ano passado, impulsionado pela expectativa de que novos acionistas pudessem dar novos rumos ao negócio e tirar a empresa do impasse financeiro.  

    Mas o otimismo passou: o GPA tem uma das maiores vendas a descoberto da Bolsa – o equivalente a 20% do capital.

    O problema central do GPA é sua queima de caixa. Segundo um executivo próximo à companhia, faz 50 meses que a geração de caixa é insuficiente para pagar despesas diversas e os custos de uma dívida que somava R$ 4 bilhões no fim de setembro, o último tri reportado.

    O fluxo de caixa livre operacional melhorou em 2025: chegou a R$ 744 milhões de janeiro a setembro, ante R$ 365 milhões nos nove meses anteriores. Mas o custo financeiro comeu tudo: ficou em R$ 806 milhões.

    O fluxo de caixa também tem sido insuficiente para cobrir despesas que somaram R$ 718 milhões de janeiro a setembro, incluindo processos trabalhistas, acordos tributários, gastos com o fechamento de lojas e honorários de advogados. 

    Faltaram R$ 780 milhões para a conta fechar. Em 2024, o rombo havia sido de R$ 1 bilhão. 

    O GPA classifica a maior parte dessas despesas como “não recorrentes”, mas segundo outra pessoa com conhecimento do assunto, a maior parte desses desembolsos deve se repetir por anos.

    A empresa passou por sucessivas mudanças no conselho no ano passado. Além disso, nos últimos quatro meses, teve três CEOs – o atual, Alexandre Santoro, assumiu no início de janeiro em substituição a Rafael Russowsky, o CFO que ocupou o cargo de forma interina desde a saída de Marcelo Pimentel em outubro. 

    Diversas pessoas que conhecem os números da empresa disseram ao Brazil Journal que a solução para equilibrar as contas passa necessariamente por um aumento de capital, entre R$ 500 e R$ 700 milhões (o GPA vale em torno de R$ 1,5 bilhão na Bolsa).

    “Os cortes de custo ajudam, mas sem uma injeção de recursos o negócio não para de pé,” diz um executivo próximo à companhia.

    Um aumento de capital também poderia diluir a participação do Casino – hoje o segundo maior acionista, com 22,5% do capital, e que busca um comprador para sua posição. 

    Mas a visão predominante no GPA hoje, segundo duas pessoas próximas à varejista, é de que um aumento de capital só deve ser discutido mais adiante, depois de mais ganhos operacionais que ainda podem ser obtidos.

    “Ainda tem muito mato alto para cortar,” disse uma dessas fontes.

    No ano passado, a companhia já cortou capex e opex e dobrou sua geração de caixa. “Há mais oportunidades. A empresa tem uma marca forte, ótimos pontos. Precisa melhorar a operação,” disse uma dessas fontes. 

    Parte das diretrizes do que poderia melhorar tem partido de André Coelho Diniz. A Coelho Diniz – a rede de supermercados que ele comanda com os quatro irmãos e tem 22 lojas em Minas Gerais – passou a ser o maior acionista do GPA em agosto, com 24,6% de participação.

    “Obviamente o André entende de varejo, mas não dá para querer replicar algo que funciona em 22 lojas numa companhia que tem mais de 700 pontos,” disse um ex-membro do conselho.

    Os fãs de Coelho dizem que ele está ajudando a construir “uma visão de médio prazo” para o Pão de Açúcar, o que inclui analisar as despesas linha a linha, cortar o que não faz sentido, melhorar o mix nas lojas e a relação com clientes e fornecedores.

    Um executivo de dentro da companhia disse que os gastos com consultorias e tecnologia estão dimensionados para o GPA que existia antes da cisão do Assaí e da venda de outros negócios non-core – e que faturava mais que o triplo dos R$ 20 bi que fatura hoje.

    “A companhia tem gastos impactantes com advogados e consultorias também porque carrega passivos de outras épocas. Ela tem de se adequar à nova realidade,” disse esta fonte.

    Na operação, o diagnóstico é de que é preciso melhorar as lojas atuais em vez de abrir novas, e concentrar a operação em São Paulo, Rio e Brasília, onde o mercado é maior. 

    “O capex obviamente não pode ser zero. São necessários investimentos de sustentação para as lojas. Mas também está claro que é possível otimizar e ser mais disciplinado,” disse a fonte.

    Esta é a missão do novo CFO, Pedro Albuquerque, um ex-Kraft Heinz e Rumo contratado no início de fevereiro. Ele e Santoro trabalharam juntos na velha ALL entre 2010 e 2014. 

    Outra missão de Albuquerque é rolar a dívida de R$ 1,5 bilhão que vence este ano – R$ 400 milhões em maio, nas mãos principalmente de debenturistas, R$ 800 milhões em junho e o restante até dezembro.

    Além disso, o GPA precisa resolver passivos tributários que somam cerca de R$ 16 bilhões. Apenas R$ 2 bilhões estão provisionados, e existe uma dúvida sobre o que pode ser negociado.  

    Em 2024, a empresa fez um acordo com o governo de São Paulo para quitar débitos de ICMS: conseguiu um desconto de cerca de 80% para uma dívida de R$ 3,6 bilhões. 

    “Do jeito que está, ninguém consegue modelar quanto vale o Pão de Açúcar. Fica difícil atrair investidores,” disse um executivo. 

    Uma assembleia está marcada para o dia 27 de março, e uma das pautas é a eleição de um novo conselho. 

    Por enquanto, segundo duas pessoas próximas à varejista, o grupo Coelho Diniz, o Casino e Silvio Tini – o terceiro maior acionista, com cerca de 12% – estão alinhados e, continuando assim, devem ter a maioria das cadeiras.

    “A empresa precisa de paz para focar na operação,” disse um dos acionistas. 

    Outra pauta da assembleia é a retirada do poison pill que prevê a realização de uma OPA pelo acionista que ultrapassar 25% do capital. 

    O GPA publica seu quarto tri de 2025 na próxima terça-feira.

    A ação cai 12% no meio do pregão no que aparenta ser a zeragem de um pequeno acionista – sublinhando como a baixa liquidez do papel o expõe a este tipo de volatilidade.




    Giuliana Napolitano








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  • Normalistas de ‘El Mexe’ protestan en SEP en Hidalgo; reclaman predio ‘robado’ – El Financiero

    Normalistas de ‘El Mexe’ protestan en SEP en Hidalgo; reclaman predio ‘robado’ – El Financiero



    Un grupo de estudiantes de la Escuela Normal Rural Luis Villarreal “El Mexe” ingresó por la fuerza a las instalaciones de la Secretaría de Educación Pública de Hidalgo (SEPH), donde se registraron destrozos en diversas áreas administrativas, incluido el despacho del titular de la dependencia.

    De acuerdo con los reportes, los hechos ocurrieron cuando los manifestantes arribaron al inmueble y, tras irrumpir en el lugar, causaron daños en mobiliario, equipo de cómputo, puertas y documentación oficial.

    Los estudiantes normalistas tomaron las instalaciones del Colegio de Estudios Científicos y Tecnológicos del Estado de Hidalgo (Cecyteh), pues reclaman que ese predio era parte de la Escuela Normal Rural “Luis Villarreal”, por lo que solicitaron a la dependencia de educación regresárselas.

    Entre las oficinas afectadas se encuentra la del secretario de Educación en la entidad, Natividad Castrejón Valdez.

    Las autoridades estatales estimaron que las afectaciones materiales alcanzan aproximadamente los 6 millones de pesos.

    Tras los hechos, se dio parte a la Procuraduría General de Justicia del Estado de Hidalgo, instancia que ya inició las investigaciones correspondientes para deslindar responsabilidades y determinar los daños totales.


    Los acontecimientos se suman a una serie de movilizaciones recientes encabezadas por alumnos de la Normal Rural, quienes han realizado protestas para exigir atención a diversas demandas académicas y administrativas.

    Previamente, más de 100 estudiantes se manifestaron en el boulevard Felipe Ángeles de Pachuca, donde pidieron atención del Gobierno estatal a sus peticiones, donde los manifestantes acudieron vestidos con sus uniformes escolares.

    Hasta el momento, la dependencia educativa no ha informado si se interpondrán denuncias formales contra quienes resulten responsables, aunque se indicó que se actuará conforme a la ley.



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  • Ecuador’s Roses Go Velvet and Rainbow to Win Young Buyers

    Ecuador’s Roses Go Velvet and Rainbow to Win Young Buyers


    Ecuador, a leading global rose exporter, is expanding beyond red bouquets with black blooms, rainbow petals, and velvet finishes targeting younger buyers and new markets. However, U.S. tariffs are reducing revenue despite rising volumes for Valentine’s season.

    Buckets of Color in Cayambe

    In the tinting area, the roses wait like actors in the wings.

    Stems await their turn beside containers of artificial color, arranged with the practical efficiency of a workshop that cannot romanticize its product. Fuchsia. Red. Shiny silver. The scene is brighter than typical flower fields, more lab than garden, reflecting Ecuador’s rose industry focus on surprising, not traditional, customers.

    Ecuador is the world’s third biggest exporter of roses, and it is trying to stay that way by reinventing what a rose can look like. The palette now runs from white to black, with effects meant to pop on a phone screen as much as in a living room. Some roses are sold with petals that gleam. Others come as a single flower where each petal carries a different color, a rainbow compressed into something you can hold between two fingers. Those rainbow effects require a process that uses a non-toxic chemical that is still invasive to the flower. Even here, innovation has a cost.

    At Mystic Flower, a rose farm and post-harvest operation in Cayambe near Quito, these changes extend the longstanding principle Ecuadorian growers follow: adapt as the market evolves. The challenge is that the market is shifting not only in taste but also in trade regulations.

    Jhon Jiménez, post-harvest operations manager, describes the shift toward non-traditional roses as driven by younger generations. “The new generations are more focused on this, on the non traditional,” he told EFE, referring to colors “that do not exist naturally in cultivation and could not, eventually, be produced.”

    This statement reveals a key truth about modern consumption: with flowers, novelty is not just a feature; it is the entire appeal.

    Jhon Jiménez, Postharvest Operations Manager at the Mystic Flower company, in Cayambe, Ecuador. EFE/ José Jácome

    A Rose That Has to Be Ready to Become Something Else

    The velvet rose starts, oddly enough, as a very specific white rose.

    It has to be the Mondial variety, a natural white rose with genetic attributes that make the process possible. And it cannot be just any Mondial pulled at any moment. It must be at what Jiménez calls its optimal physiological maturity, because what happens next is not gentle. The rose is transformed through immersion or absorption, then finished with a gum that fixes a kind of powder from an agroecological product. The result is a suede-like surface, a rose that looks soft even when you only see it from a distance.

    You can feel the industry’s discipline in the way those steps are described. There is artistry here, yes, but the artistry is engineered. It is designed to survive the trip.

    After about twenty days of logistics, Jiménez said, the rose can last eight to twelve days in a vase, depending on how the consumer handles it. That small phrase, how the consumer handles it, is the kind of everyday reality the flower business quietly depends on. Once the rose leaves the farm, it enters kitchens and hallways, and office desks. It meets warm rooms, forgetful watering, and the ordinary chaos of daily life.

    This is where economics become clear. Jiménez said producing a velvet rose costs about forty to fifty cents and can sell for up to two dollars, depending on the market and retailer. This margin represents both incentive and risk. Each new finish and color is a bet that someone will pay extra for uniqueness.

    Innovation in Cayambe does not stop at roses. Jiménez points to tinted summer flowers, including eringium, which in its original form blends green, white, and bluish tones. In the tinted version, it becomes something louder, pushed into vivid colors like fuchsia, red, or even a shiny silver. Because it is a plant product, he estimates those tinted flowers can last one to two months in a vase. In a world where people want something that photographs well and lasts, that is not a small selling point.

    Jiménez describes the process as a dialogue with buyers. “People ask for new trends. We present something, and they share what they want,” he told EFE. He repeats this point because repetition helps drive change. “The new generations are leading us to this,” he said. “We have grown with them and work for them because, ultimately, they represent society’s future.”

    What this does is place Ecuador’s reinvention in a broader cultural pattern: younger consumers are not just buying flowers, they are buying a language of color, novelty, and personal style. The rose becomes a small form of identity.

    Jhon Jiménez, Postharvest Operations Manager at the Mystic Flower company, in Cayambe, Ecuador. EFE/ José Jácome

    Tariffs Turn a Trend Story Into a Trade Fight

    The industry’s experiment with color is happening under a widening shadow.

    Tinted flowers still represent only a slice of output at Mystic Flower. Jiménez said they make up about five to six percent of the farm’s total production, which runs between 1.3 and 1.5 million roses each week. That is a lot of roses, and it helps explain why Ecuador keeps looking for higher value niches. When you produce at that scale, small shifts in price and access ripple outward.

    Jiménez distinguishes generations: buyers in their twenties and thirties prefer colorful, novel roses, while older customers favor traditional roses, especially red for occasions like Valentine’s Day. This split shows the industry is expanding its offerings, not abandoning classics.

    Then comes the part that has nothing to do with petals.

    Expoflores, Ecuador’s national association of flower producers and exporters, estimates Ecuador’s flower exports will rise from 37,000 tons for the Valentine season in 2025 to about 39,000 tons this season, shipped by air and by sea. But it also expects revenue to fall to between 274 and 276 million dollars, down from 282 million dollars in the 2025 season. The reason given is the fifteen percent tariff imposed by the United States, added on top of the 6.8 percent that the products were already paying.

    It is unusual for volumes to rise while earnings fall. This situation can make innovation feel less like a choice and more like a necessity. The industry can tint, suede, and sparkle its way into new markets but must still navigate trade policy bottlenecks and tariff costs.

    In Cayambe, both pressures are visible. The buckets of color show the industry chasing the future. The tariff figures reveal that the future comes at a cost. Between these realities, Ecuador’s rose growers continue their tradition: transforming a fragile product to survive the journey and hoping the world still desires it upon arrival.

    Also Read:
    Ecuador Roses Race Valentine’s Deadline as Tariffs Squeeze Growers’ Margins



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  • Liam Rosenior say ‘anyone found guilty of racism should not be in the game’

    Liam Rosenior say ‘anyone found guilty of racism should not be in the game’


    Benfica manager Jose Mourinho accused Vinicius of inciting the crowd with his goal celebration during Real’s 1-0 win in Lisbon.

    While Rosenior was unwilling to directly address Mourinho’s comments, he defended Vinicius’ actions.

    “I have been racially abused myself. What people need to understand is when you are judged for something you should be proud of, it is the worst feeling you can ever possibly imagine,” said Rosenior.

    Benfica defended Prestianni on social media on Wednesday, claiming there was a “defamation campaign” against the Argentine.

    The Portuguese team posted a video of the alleged incident on their X account, saying: “Given the distance, the Real Madrid players could not have heard what they claim to have heard.”

    Asked what needs to change, not only in football but in society, to deal with racism, Rosenior said: “A lot of things, this is a very complex situation when you speak about race or gender. There are a lot of things that need to change in society.

    “It sickens me to be honest. I think there’s a wider debate than football. I think there needs to be more accountability for these things that need to be stamped out.

    “There’s a lot of division. There’s a lot of people in the media who make prejudgements on people or how they behave or who they are based on their sexual orientation, what country they come from, what religion they are, what colour of skin they have.

    “I think it’s a wider debate than just football. I think people should be held a lot more accountable than they are at the moment, in terms of social media, in terms of the press, to make sure that these things are stamped out because everybody should be judged equally based on the content of their character.”

    West Ham manager Nuno Espirito Santo, who managed and played for Benfica’s rivals Porto, said racism needs to be “eradicated all over the world”.

    “I condemn it. There is no space in football or society, and for me, it is final. Totally condemn it,” said Nuno.



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